quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Como foi seu reveillón?



Gente, peço mil desculpas pela demora em escrever alguma coisa, mas é que esse post tinha que ser especial. Por isso, eu sentei, pensei, formulei e reformulei e até fiz um rascunho num papel (coisa que não fazia há anos). Depois joguei tudo fora e resolvi ser espontânea, que é mais sincero. 

Como eu falei para vocês, fui passar a virada de ano em Goiânia, na casa do meu irmão. Foi o primeiro reveillón - e me arrisco a dizer até data comemorativa - que passei junto a meus irmãos, o que foi muito importante pra mim. Eu sempre achei que nós éramos meio afastados, mas não acho que havia um motivo específico. A vida nos levou a isso, fomos criados em lugares diferentes, com mães diferentes e costumes diferentes. O tempo, então, fez apenas seu papel de consolidar as coisas.

Com a morte do meu pai e com o meu casamento, nós nos aproximamos.  Eles me ajudaram a superar esses dois momentos marcantes em minha vida; com certeza, não por acaso, o pior e o melhor. Enfim, a verdade é que fomos nos conhecendo melhor e nos amando ainda mais, não só por sermos irmãos e termos o mesmo sangue (que parece um amor por obrigação), mas por ver que tínhamos afinidades. Meu marido também foi bem recebido na família e é tratado por eles como um verdadeiro irmão, e foi aí que os laços se estreitaram ainda mais.

Pra ser sucinta, um dos momentos mais marcantes da viagem foi a hora dos agradecimentos, um pouco antes da virada do ano. Quando chegou minha hora de falar, eu, como sempre, travei e não consegui falar nada que eu queria, mas eu já estou me acostumando a esse meu jeito de só saber me expressar escrevendo. Então, eis aqui minha segunda chance. Meus irmãos, e a quem interessar possa, eis aqui o que eu queria ter falado naquela noite e não pude:

Primeiramente, eu quero agradecer a Deus, por ter permitido que esse momento acontecesse, pois só Ele sabe a hora certa das coisas. Segundo, a meu pai, que tenho certeza de que está muito feliz nos vendo todos juntos. Depois, ao Dennis e a Neyla, por terem nos recebido tão bem em sua casa, assim como pelas pequenas coisas, como a mesa de café da manhã, o quarto aconchegante, os passeios, a paciência, o pit dog de madrugada e, claro, o rocambole de carne. Dona Alda, sobretudo pelo carinho. Ao Marcelo e a Beth, que também nos receberam muito bem e nos presentearam com um belo almoço, nos cederam o próprio quarto para que a gente dormisse e nos fez sentir muito amados. Ao Ramon e a Alessandra, um casal abençoado por Deus. Quase morri de rir com essa minha cunhada, e eu pensava que era a mais engraçada da família. À Mônica, sempre um doce e à Diana, que fez quase que um banquete para nos receber em Brasília. Enfim, é muita coisa para falar e muita gente para agradecer. Correndo o risco de ser repetitiva, vou fechar meu texto com a mesma frase que finalizou o meu breve discurso -  Todos vocês, tanto os que eu já conhecia quanto os que passei a conhecer agora, estão guardados em meu coração. 

Sabendo que isso não é um adeus, mas apenas um até logo, deixo um beijo, e um feliz 2011. :)

2 comentários:

  1. Que lindo, Ive!!!!
    Quero te desejar um Ano Novo iluminado, recheado de alegrias e realizações!
    Bjos grande, Fran.

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  2. Haha, amei a foto! Excelente fds e bjks.

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